Tuesday, January 17, 2006

Prelúdio

Mas quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede. Ao contrário, a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água a jorrar para a vida eterna.
Jesus de Nazaré (João 4:14, NVI)

Quando abrimo-nos para os escritos do Novo Testamento, quando we absorb nossas mentes e nossos corações em um dos Evangelhos, por exemplo, ou em cartas como Efésios ou 1 Pedro, a esmagadora impressão que vem sobre nós é que estamos contemplando um outro mundo e outra vida.


É um mundo divino e uma vida divina. É uma vida no “reino dos céus”. Yet é um mundo e uma vida na qual pessoas comuns entraram e estão entrando mesmo agora. É um mundo que parece aberto para nós e acena para que entremos. Nós sentimos seu chamado.

As maravilhosas promessas para aqueles que derem suas vidas para este novo mundo por meio de sua confiança em Jesus saltam a nós das páginas.

Por exemplo, nós lemos a próprias palavras de Jesus, de que aqueles que se entregassem a ele receberiam uma “água viva”, o Próprio Espírito de Deus, que os conservaria de continuamente terem sede – serem movidos e governados por desejos insatisfeitos – e que esta “água” se tornaria uma nascente ou fonte “a jorrar para a vida eterna” (João 4:14, NVI). Na verdade, tornar-se-ia ainda “rios de água viva” fluindo do centro da vida do crente para um mundo sedento (João 7:38).

Ou lemos a oração de Paulo para que os crentes pudessem “conhecer o amor de Cristo que excede todo conhecimento, para que eles fossem cheios de toda a plenitude de Deus... de acordo com o poder que atua em nós, o qual é capaz de fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos” (Efésios 3:19-20, paráfrase).

Ou as palavras de Paulo acerca de como aqueles que amam a Jesus e nele confiam “exultam com alegria indizível e gloriosa” (1 Pedro 1:8, NVI), com “amor fraternal e sincero” vertendo de seus corações (1:22), livrando-se de “toda maldade e de todo engano, hipocrisia, inveja e toda espécie de maledicência (2:1), silenciando os escarnecedores do Caminho de Cristo por simplesmente fazer o que é certo (2:15), e lançando toda a sua ansiedade sobre Deus porque ele tem cuidado de nós (5:7).

A visão é clara, e ninguém aberta a ela pode enganar-se sobre o que ela significa. Mas embora tudo seja claro e desejável, nós precisamos admitir que, em muitos períodos da historio, bem como hoje, os Cristãos geralmente só encontram o caminho para esta vida divina lentamente e com grande dificuldade, if at all.

Eu creio que uma razão porque tantas pessoas do in fact fail a mergulhar a si mesmas nas palavras do Novo Testamento, e negligenciam ou mesmo as evitam, é que a vida que eles vêem there is tão distinta da que eles conhecem de sua própria experiência. Isto é verdadeiro mesmo embora eles possam ser totalmente fiéis à sua igreja nos caminhos prescritos e realmente ter Jesus Cristo como sua única esperança. Portanto, a clara apresentação do Novo Testamento da vida que nos é inequivocamente oferecida em Cristo apenas os desencoraja ou os faz desanimados.

Por que isso seria assim? Certamente a vida que Deus sustenta para nós em Jesus não devia significar ser um quebra-cabeça insolúvel! E que apenas deixa-nos com a explicação de que, a despeito de todas as nossas boas intenções e métodos vigorosos, nós não aproximamos e recebemos essa vida da maneira correta. Não compreendemos e não comunicamos a sabedoria de Jesus e da Bíblia acerca do ser humano e acerca de sua redenção pela graça dos poderes destrutivos que vieram ocupá-lo em todas as suas dimensões primárias.

Realmente não é verdadeiro que onde houver uma vontade haverá automaticamente um caminho, ainda que a vontade seja crucial. Há também a necessidade de uma compreensão do que exatamente deve ser feito e de como pode ser efetuado: dos instrumentos para a realização dessa vida e do método de seu uso.

Formação espiritual em Cristo é um processo regular. Conquanto Deus possa triunfar na desordem, essa não é sua opção. E em vez de enfocar sobre o que Deus pode fazer, precisamos humilhar-nos para aceitar as maneiras que ele escolheu para trabalhar conosco. Essas são claramente dispostas na Bíblia, e especialmente nas palavras e pessoa de Jesus.

Ele nos convida a abandonar nossos caminhos penosos de árduo labor – especialmente aqueles “religiosos” – e pisar no jugo do treinamento com ele. Este é um caminho de mansidão e humildade, um caminho de descanso da alma. É um caminho de transformação interior que comprova remover seu fardo e levar sua carga com ele para ser uma vida que é suave e leve (Mateus 11:28-30). A percebida distância e dificuldade de entrar plenamente no mundo divino e na sua vida se devem inteiramente ao nosso fracasso em compreender que “the way in” é o caminho da penetrante transformação interior e ao nosso fracasso em assumir os pequenos passos para calma e seguramente conduzir-nos a ele.

Este é um esperançoso discernimento salva-vidas. Para o indivíduo ele significa que todos os obstáculos para lançar fora nossa velha personalidade e assentar a nova podem ser removidos ou dominados. E que a Vontade habilita-nos a caminhar de modo crescente na inteireza, santidade e poder do reino dos céus. Ninguém precisa viver em derrota espiritual e pessoal. Uma vida de vitória sobre o pecado e as circunstâncias está acessível a todos.Para nossos grupos Cristãos e seus líderes, isso significa que há um modo simples e direto no qual congregações do povo de Jesus podem, sem exceção, cumprir seu chamado a ser uma ecclesia, seu “chamados para fora” ones: um ponto de contato entre o céu e a terra, onde a cura da Cruz e da Ressurreição pode salvar os perdidos e cultivar os salvos na direção da plenitude dos seres humanos em Cristo. Nenhum recurso especial, programas, talentos ou técnicas são necessários. Nem sempre é preciso um orçamento. Apenas fidelidade ao processo de formação espiritual na semelhança de Cristo exposto nas Escrituras e nas vidas de seu “povo peculiar” através das eras (Tito 2:14, NVI).

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