Monday, May 01, 2006

SENSUALIDADE TORNA-SE CENTRAL

p. 53

O corpo humano a área primária de prazer para a pessoa que não vive honesta e interativamente com Deus, e também a fonte primária de terror, tortura e morte. Assim é uma coisa “óbvia” voltar-se para aqueles que adoram e servem “a criatura em lugar do Criador” (Rm 1.25). E porque o gozo corpóreo é o que eles querem, o que eles escolhem procurar, Deus os abandona para sua busca de cada sensação aprazível que eles possam espremer torcendo o corpo – primariamente sexual, pois que comumente dá o maior “estímulo”, mas a violência física é a segunda. Esta é a raiz espiritual da obsessão com “sexo e violência” em sociedades decadentes, quer de nossa própria ou de outros tempos e lugares.

“Amor livre”, como é eufemistica mas falsamente chamado, junto com várias formas de perversão, são simplesmente uma extensão da adoração do corpo (versos 26-27) – até a adoração dos seios, vagina, e pênis testemunhada tanto pela arqueologia como pela vida moderna (e os “abs” e “traseiro” de hoje). Conforme a lógica ensina-nos, tudo logicamente provém de uma falsidade. Se o que é falso é verdadeiro, então tudo é. Assim qualquer coisa vai.

(But then it turns out that sensuality) Mas tal sensualidade não pode ser satisfeita. Ela não é auto-limitada. Isso ocorre parcialmente por causa do efeito do envolvimento nas práticas de sensualidade é o de enfraquecer o sentimento. Então desperta o ímpeto implacável, a necessidade desesperada, simplesmente sentir, sentir alguma coisa. Esse ímpeto é arraigado na natureza humana básica, como discutiremos abaixo. Nós temos de ter sentimento, e ele precisa ser profundo e sustentado. Mas se nós não viveremos o grande drama da bondade no reino de Deus, a sensualidade por meio do corpo é tudo que é deixado abaixo de nosso “reino”.

Paulo recomenda aos Efésios que

que não vivam mais como os gentios (aqueles que não conhecem a Deus), que vivem na inutilidade dos seus pensamentos. Eles estão obscurecidos no entendimento e separados da vida de Deus por causa da ignorância em que estão, devido ao endurecimento do seu coração. Tendo perdido toda a sensibilidade, eles se entregaram à depravação, cometendo com avidez toda espécie de impureza. (Efésios 4: 17-19)

Esta é a progressão natural na fuga de Deus.

O ímpeto da auto-gratificação abre pra uma vida sem fronteiras, onde nada é proibido – if one can “get away” with it. “Por que?” é substituído por “Por que não?” E desde que isto é o que esses “deuses” querem – permissão total – Deus os abandona a uma mente inútil ou não-funcional (adokimon) – isto é, uma mente que simplesmente não trabalha. “visto que desprezaram o conhecimento de Deus, ele os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem o que não deviam.” (Rm 1:28).

O resultado é uma humanidade “cheia de toda sorte de injustiça, maldade, ganância e depravação. Estão cheios de inveja, homicídio, rivalidades, engano e malícia. São bisbilhoteiros, caluniadores, inimigos de Deus, insolentes, arrogantes e presunçosos; inventam maneiras de praticar o mal; desobedecem a seus pais; são insensatos, desleais, sem amor pela família, implacáveis.” E embora eles saibam da condenação de Deus sobre tais coisas, “não somente continuam a praticá-las, mas também aprovam aqueles que as praticam” (Romanos 1-29-32).

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