- Somos amados por Deus.
- Amamos a Deus.
- Amamos os outros.
- Os outros, que também experimentam o amor de Deus, nos amam.
Quando o amor é a condição subjacente de nossas vidas, nós experimentamos os sentimentos que acompanham o amor. O amor também remove muito dos sentimentos negativos que experimentamos, tais como o medo (1 João 4:18) e o orgulho. O amor elimina o orgulho porque a vontade do amor para o bem dos outros supera nossa arrogante presunção de que nós poderíamos obter o que queremos. Estamos interessados no bem dos outros e seguros de que nosso bem é garantido sem que tenhamos que nos concentrarmos nele. Orgulho, medo e sua terrível prole não governam mais nossas vidas enquanto o amor torna-se completo em nós.
Alegria. Alegria é um profundo senso de bem-estar. Seu sentimento primário é deleite. Jesus nos disse que Ele queria que Sua alegria estivesse em nós e para que essa alegria fosse completa (João 15:11). Quando temos a alegria de Cristo em nós, experimentamos um senso de que tudo está bem, mesmo em meio de sofrimento e perdas. Quando Paulo estava na prisão, ele disse que aprendido como ter contentamento não importando quais fossem suas circunstâcias (Filipenses 4:11). Com a condição interior da alegria em nossas vidas, nossos sentimentos não são balançados para lá e para cá por todos as tribulações que a vida possa nos oferecer. Nós podemos ser libertos dos sentimentos de medo, ansiedade e depressão.
Paz. Paz é um relaxante de nossos corações que resulta da garantia de que as coisas irão bem. "Estou em paz acerca disso", dizemos, e isto significa que não estamos mais lutando intimamente ou externamente para alcançar algum resultado que é caro para nós - ou evitar aquele que nos desagrada. Temos liberado o problema e nem sequer tentamo manipular sutilmente as coisas nem tampouco estamos interiormente em tensão em um esforço para que as coisas sejam como queremos.
A maioria das pessoas carrega pesados fardos de cuidado, comumente acerca das coisas que são mais importantes na vida: o que acontecerá com seus amados, suas finanças, saúde, aparência física, o futuro da sociedade, sua posição diante de Deus e seu destino eterno. Ter paz com Deus e com os outros é uma grande realização e depende de muito mais do que nossos próprios esforços. Isto é também verdadeiro acerca de estar em paz conosco mesmos. Para alcançar esta paz, podemos seguir o conselho de Paulo:
Não alimentem preocupações seja pelo que for; antes apresentem os vossos cuidados em oração perante Deus, exponham-lhe todas as vossas necessidades, sem esquecer de lhe expressar o vosso agradecimento. Então, a paz de Deus, que ultrapassa tudo o que a mente humana pode naturalmente compreender, conservará o vosso espírito e os vossos sentimentos em Cristo Jesus. (Filipenses 4:6-7)
Paz com Deus vem apenas da aceitação de seu dom da vida em seu Filho (Romanos 5:1-2). Somos então assegurados do resultado de nossas vidas e não tentamos mais justificar a nós mesmos diante de Deus ou dos outros. Aceitamos que não temos nenhuma justiça nem mesmo competência o bastante para tomar as decisões cruciais de nossas vidas e que nunca podemos estar por nossa própria conta. Temos abandonado o peso de justificarmo-nos diante dos homens. Esta é a paz que floresce dentro de nós.

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